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Vivemos na geração que você precisa fingir ser "burro" para se encaixar

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De uma fonte desconhecida, uma importante exposição coloca em xeque um assunto bastante tangente aos nossos dias, acerca de como tem-se imposto uma geração incapaz de produzir seus próprios pensamentos. A citação filosófica desafia a realidade que atinge, inclusive, como o esporte tem contribuído para isso. Então pense.


O filósofo Fyodor Dostoevsky preveu a nossa geração há centenas de anos, quando disse:
"A tolerância chegará a tal nível que as pessoas inteligentes serão proibidas de pensar para não ofender os imbecis...".

A indústria do cinema, por outro lado, "emburreceu" seus próprios filmes, demonstrando entender que estamos diante de uma geração com preguiça de pensar. O entretenimento futilizado desafia os limites entre realidade vividas e realidades virtuais.

E com isso, quem prioriza a inteligência acaba sendo varrido para baixo do tapete, pois não se encaixa com os demais que fazem parte da maioria. Um exemplo disso: os conteúdos que têm viralizado nas redes sociais.

Até pouco tempo, onde antes na história se priorizava conteúdo, hoje se prioriza o tolo disfarçado de "distração". E sabe o que é mais cruel? Você se sentirá cada vez mais como um "peixe fora d'água", porque está vendo máscaras e manipulações para te deixar burro. Em bem pouco tempo, aqueles conteúdos fúteis de visualizações passageiras serão responsáveis pela sensação de incompletude, gerando além de ansiedade, conflitos sociais a partir de problemas da linguagem.

Na geração de dancinhas e vídeos que retém atenção, quem decide pensar e agregar produção de raciocínios fundamentados acaba não estando na "moda" e é isso que o sistema lá fora quer de você. Quem não pensa não questiona, e isso se torna um prato perfeito para aqueles que ganham em cima da sua incapacidade de pensar e processar conteúdos mais profundos.

Fonte: D. P. [contribuição pessoal adaptada]

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