Não era de se esperar algo diferente de um tosco eleito pela direita estúpida dominante. Pedir paz agora virou motivo de ameaça? Até quando a extrema direita abarcará loucos neuróticos cujos códigos genéticos não conseguem evoluir para além de sua limitações assexuadas?
Não se entende, por outro lado, porque os EUA se tornaram sede dos Jogos Olímpicos e da Copa do Mundo, os dois maiores eventos esportivos do planeta em períodos a cada 04 anos. Por que a Rússia havia sido banida dos jogos olímpicos quando fez guerra e agora, na mesma balança, o critério não se aplica aos EUA? O que há por trás disso tudo para além do interesse capitalista? Ou será que só o capitalismo justifica isso, se ignorarmos as previsões de outrora sobre quem seria elevado como a "besta de sete cabeças" do Apocalipse? Afinal, Jogos Olímpicos nos EUA pra quê? Copa do Mundo de Futebol nos EUA pra quê?
Estratégia competitiva da natação — O susto
O que se tem cogitado é uma análise de como aquela velha estratégia do susto poderia ser usada para vencer seu adversário. Na natação competitiva, especialmente em provas acima dos 200 metros, isso às vezes dá certo. Quando não, pelo menos um resultado melhor se garante, como durante os 200 m Livre Masculino dos Jogos Olímpicos Rio 2016, em que o nadador sul-africano Chad Le Clos garantiu a prata. Durante a prova, Le Clos (7º melhor tempo nas semifinais) passou os primeiros 100 metros abaixo do recorde da parcial da prova que pertencia a Michael Phelps. Em disparada até os 150 metros, Le Clos mantinha a liderança na raia 01, quando então, na última parcial faltando 50 metros, os demais atletas especialistas na prova, começaram a avançar.
Resultado: o chinês Sun Yang conseguiu se recuperar e tocar na frente, enquanto o sul-africano garantiu a prata por poucos centésimos da briga contra o 3º e 4º colocados na prova. A estratégia de Chad, que é um velocista não especialista em provas de 200 Livre, deu certo. Ele usou uma das 08 estratégias competitivas de prova que os adversários não esperavam e assim garantiu uma medalha olímpica.
Falar dessa estratégia é falar de como os países reagem durante uma guerra, por ser uma das estratégias competitivas mais intuitivas que existe. Assustar seus adversários logo no início da prova com um sprint inesperado pode fazer alguém passar anos dominando algumas provas de um campeonato. O que se percebe ao final, mesmo que fulano vença uma prova de 400 ou acima, é que se trata de um "falso fundista", uma pessoa que foi colocada ali para pontuar ou vencer só para ganhar medalha, não porque gosta e se indentifica com a prova. E é perceptível claramente, quando fulano repete isso na segunda parcial da prova, toda vez que nada uma prova de fundo.
O que poderia ser treinado e estudado por técnicos com seus atletas em vista de um resultado a nível competitivo, muitas vezes faz parte da história de guerras entre países há centenas e milhares de anos. No plano de fundo, parece que os EUA estão sentindo o segundo lugar chegando, se a China em breve se tornar o país mais rico do mundo. A pressão tem sido grande nas últimas edições de jogos olímpícos, quando para a maioria dos amantes do esportes se vêem conquistas individuais aqui ou ali, por outro lado o que não se percebe é um jogo de interesses usando a dinâmica esportiva para dominar o planeta. Nem que para isso, seja necessário banir seus adversários, ao invés de vencê-los honestamente dentro das regras.
A propósito, como os EUA se tornaram potência após a II Guerra Mundial? Lembra daquelas bombas sobre Hiroshima e Nagasaki? Estratégia do susto, que deu certo diante dos interesses de um país emergente para a época, impondo sua língua e moeda como condicionantes de seu domínio mundial a partir de então. O desespero pelo domínio do comércio mundial parece não ter interesses em extrair recursos ou de um asteróide, ou da lua ou de outro planeta, mas se comportar como uma criancinha cheia de birra diante das outras que tenham olhinho puxado pro lado.
A estratégia do susto está sendo usada novamente pelos EUA. Quando não conseguem vencer com inteligência, o apelo volta-se para o intuitivo vergonhosamente. Os resultados nos maiores eventos esportivos deste ano dirão o quanto o susto pode ter dado certo para garantir medalhas dentro de casa aos americanos. Eles seriam capazes de comprar a copa do mundo contra Brasil, França ou Argentina? Eu mesmo não duvido, porque queria acreditar nos EUA vencendo o Brasil por 7x1, sem querer tomar nosso petróleo.
O presidente dos EUA Donald Trump está se lembrando de tudo em suas investidas, menos de uma coisa: de como aquela pedrinha veio lá de baixo e derrubou um gigante. Pode parecer feio ou lamentável, mas às vezes é necessário, quanto maior o tamanho, maior a queda.
Contudo, as linguagens que nos acostumamos parece excluir realidades outras, interpretadas por sentidos para além da razão, quando possível se torna aguçar algum deles. E assim, relegamos a problemática maior de dimensões resultantes de profecias, como o que se refere à "besta de sete cabeças" do Apocalipse. Por incrível que pareça, Donald Trump não gostaria de estar sendo prefigurado nessa tosca personagem pseudo-historico-bíblica. A escolha é dele, e é importante que ele faça o que tem que ser feito, ainda que sem conhecer a profecia, para não gerar aquele burburinho relativístico do "eu não disse que seria assim...".
O que fica são perguntas cujas respostas estão direcionadas à pessoa errada, como ao Papa Leão XIV. Pedir paz é um apelo difundido desde os primórdios do Cristianismo, que não tem nada a ver com "se meter em guerras". Mas as próprias respostas da Besta dominante do mundo indicam sua ruína. Um punhado de arrogância num copo transbordante de sangue de inocentes em prol de petróleo, turismo religioso e controle sobre as três maiores religiões do mundo centralizadas em Jerusalém.
De onde se justificam essas guerras dos EUA? Eles já abusaram de ganhar medalhas nas olimpíadas. E se o mundo tivesse outra visão apocalíptica, deveria boicotar tanto as olimpíadas quanto a copa do mundo de futebol, diante dos resultados que já estão sendo manipulados com ou sem profecia.


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